segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Intimidade com Jesus

Apocalipse 3:20 - Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.
Escrevendo à igreja em Laodicéia, Jesus Cristo dá a receita para quem quer ter intimidade com Ele: "Eis que estou à porta e bato: se alguém ouvir a Minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa, com ele cearei e ele Comigo" (Apocalipse 3:20).
Cristo quer que tenhamos intimidade com Ele. Por isso, Ele vem à nossa porta e bate. Até aí, a iniciativa é Dele. Daqui em diante, a responsabilidade é nossa.
Primeiro, é necessário ouvir a Sua voz e a Sua batida na porta do nosso coração das vozes do mundo, não ouvem a Sua "voz". Depois, é preciso, do lado de dentro, "abrir a porta". Quando não abrimos, Ele não entra. Após Sua entrada, Ele propõe comer conosco - o que não acontece, quando ficamos no nosso canto, insistindo em comer nossas comidinhas sem nutrientes. O que Jesus diz aos laodicenses é: Eu quero ter intimidade com os cristãos. Eu tomo sempre a iniciativa de bater à porta. A nossa parte é prestar atenção à Sua voz. É abrir a porta e deixar Ele entrar. E é sentar com Ele e nos alimentar com o banquete se Sua presença. Isso é intimidade.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Que creiamos e nos amemos

1 João 3:23 - ¶ E o seu mandamento é este: que creiamos no nome de seu Filho Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, segundo o seu mandamento.

De acordo com o Apóstolo João, o "mandamento" divino reúne fé e amor: "E o Seu mandamento é este: que creiamos no nome de Seu Filho Jesus Cristo e nos amemos uns aos outros, segundo o Seu mandamento" (I João 3:23).

Cristo quer que vivamos duas atitudes que, para o mundo, são impossíveis: fé e amor. A definição destas duas posturas, segundo o mundo, nada tem a ver com o mandamento de Jesus Cristo.

De acordo com Jesus, "fé" não é crendice, nem mera aceitação intelectual. Quanto ao "amor", ele nada tem de sentimentalismo ou paixão possessiva. Crer "no nome de Jesus Cristo" significa passar a viver Cristo em todas as dimensões da vida diária. Quanto a amar "uns aos outros", esta experiência somente acontece quando permitimos que o Espírito do Senhor ordene a nossa vida. De acordo com tal definição, "fé" e "amor" só podem acontecer em nós quando nos submetemos voluntariamente ao senhorio do Cristo. Felizmente, cremos e amamos por causa do poder de Deus. Que creiamos, pois, e nos amemos.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Esperando pela vontade de Deus - Parte 19

Filipenses 2:8 - E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.

A obediência a Deus exige de nós um preço a ser pago. Não é um preço que compra a salvação! O Pai nunca exigirá nada para lhe salvar além da sua fé em Jesus Cristo. Mas é impossível construir um relacionamento com Deus sem renúncia e disciplina

Jesus Cristo levou até as últimas consequências a missão que recebeu de Seu Pai. Enfrentou uma morte cruenta, sangrando por nossa salvação pendurado no madeiro; mas foi exaltado pelo Criador dos céus e da terra, recebendo um nome que é sobre todo nome!

A obediência pode custar caro, mas traz a benção de Deus e a exaltação! Decida obedecer ao Senhor!

terça-feira, 3 de agosto de 2010

O Poder da Confissão

1 João 1:9 - Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.

Para o Apóstolo João é muito importante a atitude do cristão, no que se refere aos seus próprios pecados: "Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo, para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça" (I João 1:9).

É muito comum, em nossas igrejas, o achar que pecado é uma coisa que só é cometido por quem não é crente. João denunciou esta postura quando escreveu, endereçada aos cristãos, Sua Primeira Carta. O Apóstolo foi direto e claro: crente que afirma não cometer pecado ocasionalmente engana-se a si mesmo. Só que o objetivo ao Apóstolo não é meramente acusatório: seu objetivo é o de recuperação.

Aí vem a pergunta: uma vez constatado o próprio pecado, que fazer? João responde: vai ao Senhor e confessa. Confessar ao Senhor é uma atitude saudável. E realista. Ela significa que ao invés de olhar para nós mesmos com nossos olhos parciais, decidimos nos olhar com os olhos do Senhor. Este realismo é o que consegue mostrar nossas feridas, ao mesmo tempo em que nos conduz para o remédio do perdão divino. Quem não confessa não se beneficia pelo perdão. Quem não confessa continua em pecado e se afasta mais da saúde espiritual. Não há perfeccionismo no ensino de João. O que existe é realismo bíblico. Que ensina o poder da confissão.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Ajudando a Carga do Outro

Gálatas 6:2 - Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo.

No final da sua Carta aos Gálatas, Paulo dá muitas exortações. Em uma delas, ele diz: "Levai a carga uns dos outros e, assim, cumprireis a lei de Cristo" (Gálatas 6:2).

Ser cristão, diz Jesus, não é uma brincadeira, porque significa carregar a própria cruz, cada dia. A experiência nos ensina que levar a própria carga já é, em si, uma tarefa difícil. Por isso, quando o Apóstolo nos encoraja a "levar a carga uns dos outros", a gente se pergunta se isto não é exagero. Principalmente porque, hoje em dia, o que muitos procuram nas igrejas é simplesmente aliviar os próprios problemas. Isso de aliviar os problemas dos outros não é coisa muito popular.

A palavra de Paulo, porém, é clara e decisiva: ajudar os outros é cumprir "a lei de Cristo". A exortação de Paulo está dentro do contexto bíblico. Ela concorda com a palavra de Jesus: "o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida em resgate de muitos". Aquele que leva as cargas dos outros põe em prática a declaração de Paulo, de que "ninguém vive para si...". Levar a carga própria, e a dos outros, está de acordo com o "amar ao próximo como a si mesmo" - além do "amar a Deus", amar ao próximo é o "segundo maior mandamento".